Tratamento de Chorume

1.3 bilhões de toneladas de RSU são produzidos anualmente em nosso planeta, tendo com projeção para 2025 um valor de 2,2 bilhões. Um dos maiores impactos ambientais negativos da disposição dos RSU em aterros sanitários licenciados e lixões irregulares é o chorume ou lixiviado.

O chorume é um líquido de coloração escura com conteúdo de sais inorgânicos, eventuais metais pesados, nitrogênio amoniacal e matéria orgânica refratária não biodegradável e biodegradável. Sua composição é de grande variabilidade físico-química e biológica, dependendo de fatores como o clima, gravimetria dos resíduos, compactação, pluviosidade e particularmente a idade do aterro sanitário. Devido a seu elevado potencial poluidor, em especial ao solo e às águas subterrâneas, a legislação e órgãos de controle ambiental pressionaram as Prefeituras e empresas gestoras de resíduos a implementarem maior rigidez nos sistemas de tratamento de chorume com melhor qualidade nos parâmetros de descarga do efluente tratado.

Dentre os processos de tratamento do chorume, os que utilizam membranas mostram-se como sendo os mais pertinentes, pois sua essência de separação física dos componentes indesejáveis do chorume mantém uma segurança operacional e logística confortável, face a variabilidade físico-química e biológica do chorume. Os sistemas de tratamento químico e biológico são afetados diretamente em seus processos por esta variação.

A AST entende que a Osmose Reversa é a solução mais viável no tratamento de chorume, sendo mais eficiente, eficaz e experimentada, ao ser difundida em diversos países. O permeado atende as exigências de descarga dos órgãos ambientais, a tecnologia possui forte maturidade e seu desenvolvimento é constante, sendo periodicamente aprimorada para a diminuição dos custos operacionais, em especial através do desenvolvimento tecnológico das membranas e sistemas de operacionais.
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